Cobrança e fiscalização onde o problema acontece

10 de agosto de 2026 • Kauan Poubel
Cobrança e fiscalização onde o problema acontece

Acompanhamento presencial de serviços, estruturas e aplicação de recursos públicos.

Fiscalizar não deve significar apenas analisar relatórios dentro de um gabinete.

Quando um serviço público apresenta problemas, uma estrutura não funciona adequadamente ou existe dúvida sobre a aplicação dos recursos do Estado, é preciso buscar informações, cobrar respostas e acompanhar a situação de perto.

Essa é uma das linhas de atuação defendidas por Kauan Poubel para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro: fiscalização com presença e cobrança.

Fiscalizar faz parte do trabalho da ALERJ

A fiscalização do Poder Executivo não é uma função secundária de um deputado estadual.

A própria Assembleia Legislativa informa que, além de participar da aprovação do orçamento e das contas do Governo, cabe à ALERJ fiscalizar a utilização do dinheiro público. Esse trabalho pode ocorrer por meio das comissões permanentes, comissões especiais, CPIs e outros instrumentos do Legislativo.

A Constituição do Estado do Rio de Janeiro também estabelece que a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Estado é exercida pela Assembleia Legislativa por meio do controle externo.

Ou seja: fiscalizar é parte do mandato.

A realidade precisa ser confrontada com o que está no papel

Um relatório pode dizer que determinado serviço está sendo prestado.

Uma planilha pode indicar que um recurso foi destinado.

Um contrato pode estabelecer equipamentos, equipes, estrutura e prazos.

Mas é na realidade que precisa ser verificado se aquilo que foi planejado está efetivamente chegando à população.

Por isso, Kauan defende uma atuação que combine o trabalho realizado dentro da ALERJ com o acompanhamento dos problemas fora dela.

Quando necessário, a fiscalização deve buscar respostas para perguntas objetivas:

O serviço contratado está funcionando?

Os recursos estão chegando ao destino previsto?

A estrutura entregue corresponde ao que foi anunciado?

Existe demora, abandono ou deficiência que precisa ser explicada?

Quem é responsável por solucionar o problema?

Fiscalização precisa gerar cobrança

Estar presente no local é apenas o começo.

Depois de identificar um problema, é necessário documentar, cobrar os órgãos responsáveis, acompanhar providências e utilizar os instrumentos disponíveis ao Legislativo.

Para Kauan, fiscalização deve ter consequência.

Não basta apontar uma deficiência e seguir para o próximo assunto. É preciso acompanhar a resposta do poder público e continuar cobrando enquanto o problema permanecer.

Essa é a atuação que Kauan Poubel pretende levar para a ALERJ: presença, fiscalização e cobrança para que o dinheiro público resulte em serviços que realmente funcionem para a população.

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